A Babilônia de Saddam
Saddam Hussein, quando subiu ao poder no Iraque, trouxe o sonho de reconstruir a antiga cidade da Babilônia – Hussein disse que os palácios e os lendários jardins da Babilônia (uma das sete maravilhas do mundo antigo) surgiriam a partir do pó.
Tal como o poderoso Rei Nabucodonozor II que conquistou Jerusalém 2500 anos atrás, Saddam Hussein buscava a suntuosidade e começou a reconstruir o mais imponente edifício da Babilônia, a sala do rei Nabucodonozor II. Arqueólogos ficaram horrorizados, mas foram incapazes de parar Saddam. Disseram que ao reconstruir em cima de artefatos antigos não se preservaria a história, mas iria desfigurá-la.
Saddam Hussein mandou fazer mais de 60 milhões de tijolos inscritos com as palavras, “Época de Saddam Hussein, protetor do Iraque, que reconstruiu a civilização e reconstruiu a Babilônia”. Os novos tijolos começaram a quebrar após dez anos.
O babilônico palácio de Saddam é uma monstruosa fortaleza cercada por palmeiras e jardins imensuráveis. O palácio de quatro andares estende por uma área tão grande como cinco campos de futebol. Foram várias centenas de milhares de metros quadrados de mármore, tornou-se a matéria prima na confecção de torres angulares, portões arqueados, abóbadas, escadas e banheiros.
Sobre os tetos e paredes do palácio de Saddam, 360 murais de cenas da antiga Babilônia, Ur, e a Torre de Babel. Um enorme lustre pendurado a partir de um teto de madeira esculpida assemelha-se a uma palmeira. Nos banheiros, as canalizações e luminárias têm detalhes banhados em ouro. Quando as tropas americanas entraram abril de 2003, as janelas de vidro fumado haviam sido quebradas, o mobiliário removido, e detalhes arquitetônicos – interruptores de luz para torneiras – haviam sido arrancadas. Tornou-se então a morada dos militares da 7ª Divisão de Blindados do Exército britânico.
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Cŕeditos da imagem, Imagens & Letras
Add comment Junho 25, 2008
Cavalo de esgoto.
Se liga ele esta te observando…! E muito cuidado agora ao passar por cima de algum esgoto, observe bem se não tem um cavalo ou outro animal qualquer.!
Add comment Junho 25, 2008
Los Hermanos indicam uma possível volta.
Já se passou um ano desde que o Los Hermanos interrompeu, por tempo indeterminado, suas atividades. Aos fãs, a banda explicou a necessidade de cada integrante se enveredar em projetos paralelos. Já à imprensa, pouco foi dito, o que alimentou rumores de uma possível desavença entre Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante. Nos dias 07, 08 e 09 de junho, na Fundição Progresso, no Rio, aconteceram os shows de despedida da banda. E desde então, cada membro tem seguido seu próprio caminho sem comentar sobre o possível retorno, até agora.
Ao site G1, Amarante afirmou: “A gente vai voltar alguma hora, com certeza, só não sei quando”. “Agora o Marcelo vai lançar disco solo, então vamos esperar mais um tempinho”, disse o cantor. Durante os últimos meses, o músico tem excursionado com a Orquestra Imperial, divulgando o disco “Carnaval Só No Ano Que Vem”. Realizou uma participação no último disco do hippie folk Devendra Banhart, “Smokey rolls down thunder canyon”, na música “Rosa”.
Já Marcelo Camelo partiu para o samba. O lançamento de seu álbum solo está previsto para o início do segundo semestre deste ano, e conta com participações de Dominguinhos, Domenico Lancelotti, Clara Sverner, a banda Hurtmold, entre outros. No mês de julho, o cantor e compositor participa de uma homenagem à bossa nova em São Paulo e no Rio de Janeiro ao lado do mestre João Donato e outros artistas, como parte do projeto do Itaúbrasil.
O tecladista Bruno Medina, atualmente em turnê com Adriana Calcanhoto e envolvido com a produtora Pindorama Filmes, declarou ao G1 que “Algumas idéias só surgem ou se desenvolvem quando possuem espaço para tal. Acho que quando voltarmos será com certeza de um jeito diferente, e isso é a melhor coisa que pode acontecer para a banda. A renovação, em qualquer aspecto, é um processo saudável que deveria ser sempre bem-vindo. Acredito que boa parte dos nossos fãs entendeu que esse hiato será positivo”.
Rodrigo Barba está dando aulas de bateria e tocando com o Canastra, banda da qual é grande admirador. O baterista não descarta uma reunião com os companheiros: “Sempre, independente do motivo da reunião. Não brigamos, somos amigos”.
Apesar de todo o suspense em torno do assunto, os fãs já podem respirar mais aliviados. Por ora, resta acompanhar as atividades de cada um.
Post em oferecimento ao meu caro amigo, Alexandre Spindola, vulgo “Alequis”.
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